A ler: ele e a governanta


Proust et Céleste, de Christian Péchenard (La Table Ronde) é um livro sobre a relação de Marcel Proust com a sua governanta, Céleste Albaret. Entre 1913 e 1922, ela servirá com uma dedicação de escrava este «marido de substituição», encafuado num quarto insonorizado, e será o seu único elo com o exterior. No início da Primavera de 1922, o ano da morte, ele diz-lhe: «Uma grande notícia. Esta noite pus a palavra FIM [no La Recherche]. Agora já posso morrer.» Céleste foi a mãe de substituição de Proust: dedicada, paga, incapaz de qualquer intimidade física, que curioso.

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