Amanhã, no Nacional, às 19h.

POESIA E CONTOS – TRANSEXUALIDADE


NASCER NUM CORPO QUE NÃO SE RECONHECE 

OU ENCENAR UMA IDENTIDADE?

Transexualidade

[12 Out] 19h | Teatro Nacional D. Maria II . Salão Nobre ENTRADA LIVRE


Selecção de textos Filipa Melo Coordenação de leitura Romeu Costa Com Eugénia Bettencourt, Margarida Rosa Rodrigues e Orlando Costa

A primeira vez que a palavra «transexual» apareceu na literatura médica foi em 1949, sob o signo de uma doença mental, e, até hoje, a transexualidade figura como transtorno mental na classificação de doenças da Organização Mundial de Saúde. Filipa Melo guia-nos num percurso pela história da transexualidade, marcado por mitos, lendas e interpretações artísticas, mostrando-nos como esta pode ser «um acto de encenação de si mesmo». Uma história fascinante desde Assurbanipal, último grande rei dos Assírios, no século VII antes de Cristo, a Charles de Beaumont, conhecido como Cavaleiro d’Éon, diplomata e oficial francês do século XVIII… Passando pela enigmática Papisa Joana, pela mártir guerreira Joana d’Arc ou pelos índios berdache americanos.

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